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A Armadilha da Coroa - Capítulo 433

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433: O Tridente (2) 433: O Tridente (2) ‘O quê diabos?! Eu superestimei a mim mesma?!

Xenia arregalou os olhos ao sentir seus pulmões retorcendo e lutando através de sua boca fechada, o gesto fazendo uma dor irradiar por seu peito enquanto sentia seus braços se debatendo na água.

‘Isto é ruim! Quão longe está a superfície?!

Olhando para cima, esperando que fosse seu salvador, suas esperanças desmoronaram quando percebeu o quão fundo ela estava debaixo d’água.

‘O sol mal está chegando até mim agora!’ ela se desesperava interiormente. ‘Como eu vou respirar aqui?!

Com a falta de ar veio o pânico. O fato de que não tinha para onde ir, a não ser para cima, começou a perturbá-la.

‘O que eu vou fazer?! Eu não posso morrer aqui!’
Pensando rápido, Xenia vasculhou o ambiente ao seu redor, esperando encontrar algo que possivelmente a salvasse do erro que acabara de cometer.

‘Por que diabos eu pensei que conseguiria segurar a respiração por tanto tempo?!

Por outro lado, ela havia passado por aquele treinamento no mar com Darius e Osman. Ela sabia que deveria ter pulmões maiores do que isso, mas, por alguma razão, as próprias águas ao seu redor pareciam mais densas que o normal. Ela podia sentir a pressão empurrando contra seu estômago, forçando-a a soltar ainda mais ar precioso do que podia se dar ao luxo de perder.

Cerrando os dentes, Xenia sentiu suas opções diminuírem. O terror em seu peito crescendo a cada segundo, sua desesperança começava a atingir um auge enquanto seus lábios ameaçavam se abrir apenas para respirar involuntariamente.

‘É… É isso? Certamente, não pode ser…’
O desespero apertava seu coração, e seus membros começaram a perder força à medida que ela começava a afundar. Será que era realmente o fim? Ela não achava que seu fim seria tão ignóbil. Morrer fora de um teste era meio estúpido, mas pelo menos morreria sabendo que tinha dado o seu melhor. Ela até tinha conseguido aprender a invocar alguns de seus poderes de anjo quando necessário… Espera….

Não era exatamente isso que ela queria?

Em sua epifania, Xenia sentiu um pouco de sua luta retornar enquanto fazia o melhor que podia para se estabilizar nas águas. Ainda assim, ela sabia que, para isso funcionar, precisava se concentrar na única coisa unificadora nela que poderia evocar os mesmos sentimentos que teve quando chamou suas asas pela primeira vez por vontade própria.

Se o sangue de anjo dela reagia ao estresse, então ela iria simplesmente lutar contra o próprio desespero.

‘Vamos lá! Eu me recuso a morrer aqui! Eu recuso!’
A cada canto interior, Xenia sentia suas costas formigarem. Segundos se passaram, e sua raiva de morrer começava a sobrecarregá-la.

‘EU ME RECUSO A MORRER! EU REJEITO MEU DESPERO!’
Justo quando ela estava começando a desmaiar, uma luz a envolveu enquanto sentia a pressão das águas ao redor se dissipar. Imediatamente, ela respirou fundo, seu corpo gritando alívio antes de sentir as águas a envolverem de novo.

Por um segundo, ela notou o quão quentes estavam as águas ao seu redor. Era como se as águas na sua proximidade imediata tivessem sido evaporadas por sua luz, apenas tempo suficiente para que ela tomasse uma lufada de ar puro.

E claro, a luz também significava que a serpente à sua frente fora afetada. Como se estivesse cegada, a imensa besta começou a se debater, as águas ao seu redor se movendo com ela, já que seu tamanho lhe permitia fazer ondas.

‘Nossa!’
Rapidamente focando de volta na tarefa em mãos, Xenia se estabilizou contra as correntezas artificiais. Seus olhos fixados no tridente desalojado, ela mergulhou em direção à arma com uma velocidade incrível.

‘Huh, acho que minhas asas também funcionam debaixo d’água…’
Usando seus novos apêndices, Xenia voou pela água, rapidamente apanhando a arma antes de prontamente retornar para o castelo subaquático de Polo. Voltando para onde ela veio, a sensação de ar seco fez suas penas tremelicarem enquanto ela apresentava o tridente ao guardião.

‘Aqui’, ela sorriu. ‘Estou adivinhando que ainda me sobrou bastante tempo?’
Aparentemente cético, Polo pegou o tridente de suas mãos. Dando uma olhada rápida, ele fez um aceno cortês antes de se virar para ela.

‘Você tinha por volta de uma hora e meia de sobra’, Polo respondeu estoicamente. ‘No entanto, fez um ótimo trabalho.’
Xenia quase se pavoneou, mas rapidamente compôs sua expressão ao perguntar, ‘Então isso significa que você vai me permitir usar o Lago da Vida?’
‘Sim, você pode.’
Ouvir a confirmação do guardião quase fez Xenia soltar um grito de comemoração antes de se conter. Claro que isso não significa que suas asas entenderam a mensagem, já que continuavam batendo atrás dela, molhando todos ao seu redor no processo.

‘Você deveria recolher essas asas suas, Xenia’, Devas riu. Depois virou para Polo com um olhar de interrogação trocando seu sorriso anterior enquanto apontava, ‘Além disso, eu não me lembro dessa serpente ser tão dócil antes. Tem algo que você não nos disse?’
‘Oh, aquilo? Isso é porque chegamos a um… acordo, por assim dizer’, Polo respondeu enigmaticamente, um toque de presunção levemente marcando seus lábios. ‘Na verdade, a Princesa aqui fez sentido ao dizer que eu poderia simplesmente ter dito a ela para me devolver meu tridente.’
‘O quê?!’ Devas exclamou em incredulidade. ‘Você quer dizer que eu me preocupei à toa?!’
‘Isso é culpa sua. Não minha’, Polo sorriu. ‘Além disso, não menti quando disse que realmente estava incapaz de recuperar meu tridente antes. Como disse, a serpente e eu fizemos um pacto. Em troca de eu emprestar meu tridente, posso chamar seus serviços sempre que precisar dela.’
Xenia não sabia o que pensar sobre o que acabara de ouvir. Mesmo assistindo Devas lançar uma diatribe contra seu colega guardião, a única coisa em que ela podia pensar era no fato de que agora poderia olhar para o passado. Seus esforços valeram a pena, e com isso, ela poderia ajudar Darius em sua busca pela verdade.

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